Por que apostar em cartões pré-pagos pode ser uma opção para o varejo?

Especialista na modalidade aponta que esse tipo de produto pode aumentar a rentabilidade e oferecer uma experiência diferenciada.

Os varejistas buscam alternativas para alavancar a rentabilidade, sem alto investimento.

Na visão da epay Brasil, empresa especializada em operações pré-pagas, a resposta é simples: cartões pré-pagos. Sejam da própria marca da loja ou de conteúdos variados, como Deezer, Google Play, games e vale-compras. A organização elenca seis motivos para os lojistas investirem na modalidade:

1. Qualquer tipo de varejo pode vender

Cartões pré-pagos caem bem em qualquer tipo de varejo. Dispostos próximos ao caixa, eles podem oferecer conteúdo próprio (vale-compras da própria loja), ou conteúdos diversos como games, assinaturas, cursos etc. As vendas de pré-pagos ocorrem principalmente em supermercados, drogarias, lojas de games, lojas de departamento, eletroeletrônicos e livrarias, mas se encaixam bem em diversos segmentos do varejo.

2. Nada de estoque

O varejista que quiser vender pré-pago não precisa investir em estoque. Os cartões só são ativados no caixa da loja. Com isso, a perda é zero, o que aumenta a variedade de oferta sem investimento.

3. O varejista agrega valor para o consumidor

O valor agregado de produtos como cartões pré-pagos de serviços como Netflix, games online e Google Play, por exemplo, é indiscutível. São esses cartões que possibilitam o acesso de consumidores desbancarizados a conteúdos diversos, os quais não poderiam comprar sem o uso de cartão de credito. “Atualmente, mais de 40% da população adulta não é bancarizada”, explica Rogério Lima, diretor de marketing da epay Brasil.

4. Junção de interesses

“Cada vez mais o brasileiro utiliza cartões-presente de várias lojas tanto para consumo próprio quanto para dar de presente”, diz Rogério. Quem ganha um cartão pré-pago acaba consumindo mais do que o valor carregado, aumentando o ticket médio da loja. Além disso, aproximadamente 10% do total dos cartões vendidos ficam com valor residual – que não é utilizado pelo consumidor e que após o prazo de vencimento pode se transformar em margem adicional para o varejo.

5. Cartões podem ser temáticos

As lojas podem mudar a “cara” dos cartões de acordo com a sazonalidade do varejo e temas específicos. “Vale-fralda”, por exemplo, que nada mais é do que um cartão pré-pago customizado ligado a uma necessidade especifica. A categoria funciona bastante para presentes. A loja pode utilizar artes temáticas diferentes no cartão para gerar engajamento e reconhecimento da marca.

6. Cartões pré-pagos aumentam a rentabilidade

Na média, a venda de cartões aumenta em 15% a rentabilidade do varejista. “Esse percentual varia em decorrência da operação e do nível de infraestrutura do varejo”, lembra o executivo. Ainda assim, pode significar uma saída diferente para aumentar as vendas.

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